Race report | Circuito das Estações

ÚLTIMA CORRIDA DO ANO!

Participar de corrida durante o domingo sempre me faz começar a semana com o pé direito. Afinal, como dizia Kevin Nelson: "Todo dia é um bom dia quando você corre." Como já falei por aqui, o recomeço tem sido tão inesquecível quanto as primeiras passadas, mas, talvez, ainda mais especial. Tão especial que, além de ter sido convidada para participar da última etapa do Circuito das Estações, que aconteceu no último dia 6 no Aterro do Flamengo, pude levar um leitor para correr comigo. 

Primeiramente, vale dizer que, por mais que a volta seja um tanto quanto sofrida, acredito que nunca estive tão focada, principalmente, porque não existe nada pior do que se dedicar aos treinos, ir mais longe, começar a sonhar com novos desafios e, sem mais nem menos, se machucar e precisar se afastar da corrida por algum tempo, então, todos os ganhos em quilometragem, ritmo e aptidão ferozmente desaparecem. Tenho resistido a toda e qualquer pequena desculpa, inclusive conseguindo driblar o tempo cada vez mais curto, e, como costumo dizer, sendo do tamanho dos meus sonhos!

blog Zerovinteum por Dani Germano | Biofenac
blog Zerovinteum por Dani Germano | Biofenac
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Fotos: Guilherme Leporace

Apesar de já estar acostumada com o percurso do Aterro do Flamengo, confesso que tive a impressão de estar correndo em um lugar ainda mais bonito. Encontrei o Pietro, vencedor da promoção, pegamos os nossos kits com o pessoal sempre muito receptivo da Biofenac e completamos, embaixo de um calor típico de verão - por mais que o verão ainda não tenha começado, minha primeira corrida pós-lesão com um sorriso de orelha a orelha. Completei a prova em um ritmo bem tranquilo, afinal, não adianta ficar com a cabeça onde parei antes da lesão, no total, foram 32'30" sem dor em uma prova bastante cheia, mas, de verdade, impecavelmente organizada!

Fica, então, aqui o meu agradecimento a Biofenac, não somente pelo convite, mas por, após um estudo intensivo sobre a corrida, constatar que para um corredor ficar parado dói tanto quanto uma lesão e por buscar ainda mais motivos para não deixar que ninguém pense em parar. 

A corrida não é sempre para o mais rápido, mas para aquele que continua correndo. Dois mil e dezesseis vai ser incrível!


Dani GermanoComment